Enlivened Learning

Navigation Menu

Burning the totems, residential schools and an art resurgence

Burning the totems, residential schools and an art resurgence

Posted by on nov 16, 2012 in all posts, Canada, Freda Diesing School of Northwest Art | 0 comments

Tlingit sculpture of a missionary, Royal British Columbia Museum, Victoria (photo by Udi)

 

A number of the oppressive acts against First Nations committed by the settlers and the Canadian state we learned about in Alberta were also perpetrated in British Columbia. The same pattern of the spread of diseases, the appropriation of land, the extraction of resources, the destruction of culture through missionary zeal, the prohibition of ceremonies and the removal of children to residential schools were also part of the stories we were told here. Just as the bundles were targeted by missionaries in Alberta, in B.C. it was the totem poles which were taken to be the most visible expression of local beliefs and ceremonies. These were either burnt or bought, at times under dubious circumstances, finding their way to museum collections across the world.

 

In time few master carvers and artists, with skills that had been passed down from generation to generation for thousands of years, remained. For several generations no poles or masks were carved in many of these communities. It was not until after the Second World War and the period of gradual removal of the oppressive laws against First Nations peoples that a group of artists started to re-learn the art, piecing fragments together from surviving artists and learning from the old pieces that were scattered across collections throughout the world. Pioneers such as Bill Reid, Freda Diesing her student Dempsey Bob and others, provoked a resurgence in northwest coast art. Whereas today a number of professional and world renowned artists from this region ensure the place of this art form in the public imagination and in the international art market, the Freda Diesing school is the only one in the country that provides training for a new generation of artists.

Burnt mask, Royal British Columbia Museum, Victoria (photo by Udi)

 

As Dempsey and other instructors we talked to put it, it is hard to be an artists and develop these skills by yourself. The school provides an environment where this development is nourished and supported by a community of other artists, instructors and fellow students.

Read More

Escola Residencial


Escola Residencial


Posted by on nov 6, 2012 in all posts, Canada, Red Crow Community College | 1 comment

Este é um post difícil de escrever, já que nenhum de nós teve experiência com este tipo de ensino e as formas de opressão cultural que ele traz, mas, também, porque é sempre um desafio fielmente dar conta de experiências e histórias que são contadas. No entanto, dado que muitas pessoas nos falaram sobre escolas residenciais, não só aqui em Alberta com os Blackfoot mas em toda a nossa viagem pelo Canadá, sentimos que tínhamos que escrever sobre isso. A Escolaridade residencial é uma corrente subterrânea, venenosa para muitos, que tem permeado as experiências formativas de muitos povos das Primeiras Nações, não só no Canadá, mas em muitas sociedades coloniais onde o governo tinha uma política de assimilação.

St. Mary’s Residential School Dormitory – photo from Glenbow Museum Archives

Como ouvimos a partir de um número de pessoas com quem conversamos, escolas residenciais perpetuaram um trauma ainda presente em comunidades das Primeiras Nações uma vez que crianças foram forçadamente retiradas de suas famílias e educadas nos modos de pensar, de acreditar, de ser e relacionar dos colonos brancos. As escolas foram administradas por diferentes denominações cristãs e a língua dos Blackfoot foi proibida. Durante o mesmo período, o governo proibiu os Blackfoot de praticar suas cerimônias, danças e de deixar a reserva sem autorização.

 

As primeiras escolas residenciais foram abertas na década de 1840, a última fechado as suas portas em 1996. Na escola, as crianças tinham que cortar o cabelo, falar apenas em Inglês e aprender uma história que não era a sua. Ao mesmo tempo, eles eram feitos sentir que as maneiras de seus avós eram inferiores às dos colonos. Eles também foram obrigados a rezar e aprender os ensinamentos da Bíblia. Só recentemente o governo e a igreja ofereceram um pedido público de desculpas por essas políticas e abusos e nos ficamos surpresos ao encontrar comissões de “verdade e reconciliação” para escolas residenciais quando chegamos no Canadá. Também durante  nossa estadia uma série de histórias na imprensa dirigia queixas contra ex-professores de algumas dessas escolas os acusando ​​de abusar das crianças.

 

Ouvimos muitas histórias sobre os efeitos adversos da perda da família, da cultura, da comunidade e de um modo de vida com suas complexa rede de práticas sociais, ecológicas, espirituais e econômicas para aqueles que frequentaram escolas residenciais. A perda de orientação no mundo que a destruição desta rede foi atribuída à dificuldade encontrada em comunidades de Primeiras Nações, violência, alcoolismo e abuso, suicídio, perda de confiança e assim por diante. Uma parte fundamental do presente, como ouvimos, girava em torno de uma crise de identidade, de ter uma cultura destruída e deslitimizada, de estar em um estado de limbo de não saber realmente quem você é.

Education panel from Blackfoot exhibition at the Glenbow musuem, Calgary.

 

Contemporanemente, nós também aprendemos sobre quanto esforço tem sido dirigido a cura e rejuvenecimento cultural entre as comunidades das Primeiras Nações em torno do impacto dessas politicas em indivíduos, famílias e comunidades. O que tem se passado desde a década de 1960 é o despertar da espiritualidade, cerimônias e sociedades das Primeiras Nações, no campo da arte e educação. Junto desse revigoramento cultural também tem sido visto uma afirmação mais forte em torno de disputas de terra e acordos com o governo canadense (ver nosso post sobre Nigsa’a do norte de British Columbia).

Community Colleges Panel, Blackfoot Exhibition, Glenbow museum, Calgary.

A Faculdade Comunitária Red Crow é parte dessa onda de despertar cultural enquanto grupos das Primeiras Nações buscam maior controle sobre sua própria educação. Os Estudos Kainai são, no nosso entendimento, a primeira e mais bem sucedida iniciativa num nível de educação pós-secundária que está reconectando com o jeito de ser, saber e fazer dos Blackfoot, deliberadamente destruído com as escolaridade residencial. O fato da faculdade de Red Crown estar alojada onde costumava ser a escola residencial de St Mary faz da sua vitória ainda mais palpável.

St Mary’s Residential School, Blood Reserve, photo from Royal Alberta museum exhibition, Edmonton

Read More